Piso Mínimo de Frete: o que é e por que mudou em 2026?

Entenda o conceito e as principais mudanças que impactam transportadoras e caminhoneiros.

Garantia de  valor justo

É um valor mínimo obrigatório que deve ser pago pelo frete de cargas lotação, definido por critérios da ANTT e pela legislação.

Evitar guerra  de preços

Protege transportadoras e caminhoneiros de ofertas muito baixas que desvalorizam a atividade e comprometem a sustentabilidade do transporte.

Como é calculado  o piso

O valor considera custos da operação, distância da viagem, categoria do veículo e parâmetros técnicos definidos pela ANTT.

O que o piso cobre  e o que fica fora?

O piso mínimo remunera o serviço de frete. Despesas como combustível, pedágio, alimentação e estadia são custos da viagem e não substituem o valor do frete.

Frete não é “vale” nem adiantamento

O pagamento do frete deve ser feito de forma regular e rastreável. Práticas como a carta-frete são proibidas e não podem substituir o valor devido pelo transporte.

O que mudou  em 2026?

A ANTT revisou a metodologia de cálculo e atualizou regras para refletir melhor a realidade dos custos do transporte rodoviário.

Novos elementos considerados: mais precisão no valor

A metodologia agora pondera melhor custos como combustível, manutenção, pedágio, tempo de viagem e custo de capital para formar um piso mais realista.

E para o transportador? Mais previsibilidade

Com parâmetros atualizados e regras mais claras, sua empresa consegue planejar melhor custos, margens e negociações.

E para o caminhoneiro? Receita mais justa

O piso atualizado busca refletir os custos reais de quem está na estrada todos os dias, trazendo mais equilíbrio ao transporte.

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