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O Impacto da Economia no Transporte Rodoviário de Cargas

Economia no Transporte Rodoviário de Cargas

A Economia no Transporte Rodoviário de Cargas é muito importante, boa parte dos transportes de cargas do país são feitos por meio rodoviário, o setor tem grande representatividade no PIB, segundo dados da ANTT.

Em 2018, quando os caminhoneiros pararam entre maio e início de junho, por um período em torno de duas semanas, a média de expectativa de crescimento do PIB reduziu de 2,5% poucas semanas antes da greve, para 1,6% um mês após o evento, e ficando em 1,1% em dezembro.

Esse é um grande exemplo de como o transporte de cargas possui um papel fundamental na economia de um país, principalmente no Brasil.

Atualmente, o transporte rodoviário responde por cerca de 65% da matriz de transporte de cargas no Brasil, consolidando-se como o principal modal logístico do país.

O que é PIB?

O Produto Interno Bruto (PIB), representa a soma total de todos os bens e serviços finais produzidos em uma determinada região, cidade, estado ou país. O PIB é um indicador fundamental para avaliar a atividade econômica e o desempenho global de uma economia.

O Brasil é a 12ª maior economia do mundo em termos de PIB nominal, cada país calcula o PIB em sua moeda. Os parâmetros de valores destes bens e serviços contabilizados no PIB são os pagos pelo consumidor final, assim, são considerados também os impostos que incidem sobre os produtos comercializados.

O Produto Interno Bruto, do setor de transporte, cresceu 1,2% no primeiro trimestre de 2023. Comparando com o primeiro trimestre de 2022, o crescimento foi de 5,1%. O percentual de 2023 também é mais expressivo do que o registrado no terceiro e no quarto trimestres de 2022.

O volume de serviços do transporte rodoviário de cargas aumentou 23,7% em março, em comparação com janeiro, o que coincide com o período de colheita de soja e milho de 1ª safra. 

Apesar de ser um indicador que oferece um panorama geral da economia, o PIB não reflete aspectos importantes como distribuição de renda, qualidade de vida, saúde e educação. Outros indicadores são necessários para uma análise mais completa do bem-estar da sociedade, assim como dos motoristas e todos os envolvidos no setor de transporte de cargas.

Como está a economia do Brasil em 2026?

O Brasil mantém-se entre as 10 maiores economias do mundo em 2026, segundo projeções atualizadas do FMI (Fundo Monetário Internacional) e do Banco Mundial. A consolidação do país entre as principais economias globais reforça sua relevância no cenário internacional, especialmente em setores como agronegócio, energia e serviços.

O Brasil chegou a ter a sétima maior economia do mundo entre 2010 e 2014. Após oscilações ao longo da última década, o país voltou a se posicionar entre as nove maiores economias globais, mantendo estabilidade no ranking até 2026.

De acordo com estimativas mais recentes, o PIB brasileiro segue acima da marca de US$ 2 trilhões em valores correntes, com crescimento moderado e sustentado principalmente pelo consumo interno, exportações e investimentos em infraestrutura.

Para 2026, as projeções indicam expansão econômica próxima de 2% ao ano, com expectativa de continuidade de reformas estruturais, avanço na agenda de transição energética e fortalecimento do setor logístico e de transportes.

A precificação do diesel impacta no TRC

A alta do combustível traz consequências para toda a operação de transporte de cargas, pois as despesas são repassadas automaticamente para o preço do frete, fazendo com que o consumidor final pague a conta. Ou seja, toda a economia brasileira é afetada com a alta dos preços e com a inflação.

Os preços do diesel e combustíveis refletem diretamente no cotidiano das empresas de transporte de cargas. Afinal, o diesel é um dos principais custos de uma transportadora e de caminhoneiros autônomos. Este tipo de combustível chega a representar 60% do custo do frete, portanto, gera grande impacto na economia.

Em 2025 e 2026, a política de preços da Petrobras passou por ajustes que consideram maior previsibilidade e menor volatilidade em relação ao mercado internacional, mas o diesel ainda permanece como um dos principais componentes de custo do frete.

O combustível também movimenta os postos e estabelecimentos de estrada, é importante ter um meio de pagamento, como o Target TMPay, para garantir mais segurança e facilidade nos pagamentos, além dos benefícios para os motoristas e transportadoras.

Alguns fatores devem ser levados em consideração para reduzir o impacto do aumento do combustível na gestão da frota, como a quantidade de litros que a frota pretende abastecer e o prazo de pagamento. 

Dessa forma, é possível negociar descontos com os postos, além da implementação de um software de gestão de frota, o monitoramento é essencial para economizar tempo, dinheiro e entregar um serviço de qualidade. O Target Cash, por exemplo, possui linhas de crédito para dar mais prazo de pagamento de combustível, que é a linha de combustível pós, sendo uma mão na roda para a gestão. 

Já conhece o Papo do Trecho? Um webinar que debate assuntos que impactam o setor de Transporte Rodoviário de Cargas. A primeira edição do evento abordou a alta de combustível no transporte e está disponível no YouTube do Target Bank, com a participação de especialistas.

Qual a importância da Balança Comercial?

A Balança Comercial é a união das contas de importação e exportação do país, sendo um importante indicador econômico que representa muito sobre a situação da região analisada, esse indicador é tão importante quanto o PIB. 

Através dele, podemos avaliar os custos de transporte no Brasil e o quanto foi exportado. O saldo da Balança Comercial é considerado positivo quando há valores das exportações maiores que o das importações e quando os valores das importações são maiores que os das exportações, é considerado um déficit. 

A balança comercial brasileira registrou superavit de US$ 8,904 bilhões em setembro de 2023, este é o maior número para o mês, desde 1989. As exportações somaram US$ 28,431 bilhões, enquanto as importações, US$ 19,527 bilhões. 

De janeiro até setembro, as exportações totalizam US$ 1.345,79 milhões, no mesmo período do ano passado, o número alcançou US$ 1.340,15 milhões, com crescimento de 0,4%.

Em relação às importações, houve queda de 11,3% na mesma comparação. Em 2023 o número foi de US$ 966,49 milhões, enquanto em 2022, o valor foi de US$ 1.089,27 milhões.

Em 2024 e 2025, o Brasil manteve superávites comerciais expressivos, impulsionados principalmente pelas exportações do agronegócio, minério de ferro e petróleo, reforçando a importância do transporte rodoviário na conexão entre produção e portos.

Por que o TRC é tão importante para a economia?

Durante a pandemia do coronavírus ficou ainda mais evidente a necessidade do setor para a sociedade. O transporte, armazenagem e serviços de entrega foram responsáveis por movimentar cerca de 480 bilhões de reais em 2020, representando 6,4% do PIB, segundo dados do SETCESP.

Nos anos seguintes, o setor de transporte e logística passou a representar cerca de 7% do PIB brasileiro, com crescimento sustentado pela digitalização, rastreamento em tempo real e integração com plataformas logísticas.

Sem o transporte de cargas não teríamos acesso a alguns fatores indispensáveis para a sobrevivência da sociedade, entre eles, alimentos e medicamentos. Além disso, o e-commerce aumentou e a tendência de compras e entrega online também impactam neste cenário. Por isso, o TRC é fundamental para o crescimento do Brasil.

Impacto da Tecnologia na Economia do Transporte Rodoviário de Cargas em 2026 e Perspectivas para o Futuro

A tecnologia se consolidou como um dos principais fatores de competitividade no Transporte Rodoviário de Cargas (TRC). A digitalização de processos, a integração de sistemas e o uso estratégico de dados transformaram a forma como transportadoras e caminhoneiros autônomos operam, impactando diretamente a eficiência, os custos e a rentabilidade do setor.

Além disso, plataformas digitais e marketplaces de frete se tornaram mais sofisticados, conectando embarcadores e transportadores de forma rápida e segura. A precificação dinâmica baseada em dados de mercado permite negociações mais justas e alinhadas à realidade econômica.

A tecnologia, portanto, deixa de ser apenas um diferencial competitivo e passa a ser um elemento essencial para a sustentabilidade econômica do setor.

O impacto da economia no transporte rodoviário de cargas, em 2026 e nos próximos anos, estará cada vez mais ligado à capacidade de adaptação tecnológica das empresas. Quem investir em inovação, análise de dados e eficiência operacional terá maior resiliência frente às oscilações econômicas e maior competitividade no mercado.

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Catharine Herranz | Especialista em Marketing de Conteúdo

Catharine Herranz | Especialista em Marketing de Conteúdo

Com MBA em Propaganda, Marketing e Comunicação Integrada e formada em Publicidade e Propaganda, trabalha a mais de 6 anos com o Transporte Rodoviário de Cargas (TRC). Especialista em marketing de conteúdo, atua com foco em réguas de relacionamento, jornada dos clientes B2B e B2C, gerenciamento do blog com foco em SEO, gestão das redes sociais, branding e comunicação institucional.

Publicado em 13/12/2023 | Última atualização em 13/02/2026

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